sexta-feira, 4 de julho de 2008

O DIA QUE AS MENINAS PEGARAM LITERALMENTE NA MANGUEIRA


O clima na boate estava tão quente que só poderia virar um fogarel. Na verdade, a Boate La Ronda, tradicional ponto de encontro em Curitiba acabou pegando fogo em boa parte de sua estrutura na terça-feira 1º de julho. As chamas começaram por volta das 22 horas e os bombeiros tiveram muito trabalho para "apagar o fogo". Foram necessários 15 homens com suas mangueiras que consumiram oito mil litros de água. Segundo levantamentos, as chamas começaram no forro de isolamento onde a combinação da Dorotéria, digo, a combinação de madeira e lã de vidro permitiram que o fogo se alastrasse. Ninguém saiu ferido, embora muitos tenham ficado decepcionados afinal; o point estava apenas no aquecimento e a noite prometia. Segundo Nhô Benevides, "jogaram água fria" nas "melhores intensões" presentes". Na hora de apagar o fogo, um bombeiro segurava entre as pernas a mangueira para suportar a força do jato d'água e foi logo sendo exaltado por uma das meninas que bradou: "Que homem, hein?".

É... com o fogo não se brinca. Em todos os sentidos!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

PARA QUE SERVEM OS DEDOS DA MÃO


Salim ajeitava as mercadorias no lojinha enquanto o pequeno Kaled observava seus movimentos. Curioso, o menino fez uma pergunta ao pai:

-Babai, bra que servem os dedos da mão?

Salim olhou para as mãos, olhou profundamente nos olhos do menino, abriu um leve sorriso e respondeu convicto:

- Esse babai sabe! - Escuta bem:

- Este é polegar, é brá apontar brá cima e dizer que está tudo bem. O indicador é bra apontar brá alguém e dizer brá cliente que ele está devendo brá firma. Este dedo médio é o dedo do prazer. Este outro, o anular, é bra botar um anel bem bonito. E este pequenino dedo mínimo é brá coçar o ouvido. Entendeu meu filho?

O menino ficou pensativo e disse:

- Bom babai! Entendi tudo mas... só não entendi brá que serve o dedo do prazer.

Então, sorridente, Salim falou:

- Ah! Esse dedo do prazer é brá apertar o botão do caixa registradora!...

O DIAMANTE HUMANO


Quando nasceu, a estrela da manhã brilhava imponente no firmamento. Cresceu rodeado por todos os cuidados e foi polido, dia após dia como a pedra mais preciosa.
Nos estudos não chegou a brilhar conforme as expectativas dos outros. Dava para o gasto. Nas profissões escolhidas apenas conseguiu sobreviver com salários quase dignos. Nos relacionamentos não chegou a encontrar a felicidade tão sonhada. Mas fez o que foi possível para parecer que assim fosse. Tinha nos olhos e na alma um brilho todo próprio, o que lhe fazia viver com muita intensidade. Tinha sonhos e ilusões como todos têm mas jamais se empenhou em construir castelos nas nuvens. Os pés sempre estavam no chão e pouco importava quem dele gostasse mais ou menos. Queria sim era brilhar no seu espaço, independente dos paradigmas que o cercavam. Passou pela vida como a maioria passa e quando partiu, decepcionou logo de cara os “papa-defuntos” porque seu pedido era para ser cremado e suas cinzas atiradas ao mar.
A mulher e os filhos atenderam prontamente o primeiro pedido. Já o segundo, acharam uma ofensa em contribuir para a poluição. Decidiram transformar suas cinzas num belo e brilhante diamante. Acertaram em cheio! Brilhar era o sonho dele e agora, poderia brilhar e eternizar-se. Porque dizem que “só os diamantes são eternos” – depois da alma humana, é claro. Hoje, segue brilhando num belo pingente que a viúva faz questão de usar diuturnamente. A vida passa, os homens partem. A maioria se consome pela própria Terra. Outra parte, se permite ao vento carregar suas cinzas e alguns hoje, podem se dar o luxo de virar um “diamante humano”. A ciência de tudo é capaz mas só a divindade é quem pode avaliar nosso brilho durante esta rápida passagem por este estágio.


* Agora você já pode optar em se transformar em diamante após a morte. Uma empresa Suíça (Algordanza) produz por míseros 10 mil euros uma bela pedra com as cinzas dos seus restos mortais. Coisas do século 21. Saiba mais em www.yahoo.com/s/afp/080630/mundo/su_a_sociedade

terça-feira, 1 de julho de 2008

HOMEM PERDEU A COSTELA NO MEIO DA RUA


Adão era solitário! Tinha vontades e desejos inexplicáveis. Para alguns, coisas da carne ou para a ciência, coisas dos hormônios. De todo modo, Adão precisava de uma parceira, com quem pudesse dividir todas as dádivas do paraíso e, assim como expressam essas massagistas de anúncios classificados “algo mais”. Deixa pra lá, todo mundo sabe o que é...
O complicado para Adão era olhar ao redor e ver manadas de zebras, gazelas ou então, bandos de aves ou de hienas esfomeadas pelas savanas do paraíso. E ele era só ele, pra ele e por ele. Trágico não?
Pois um dia, Deus se deu conta e lhe fez uma proposta: bastaria que ele desse apenas uma costela e dela, Deus criaria sua parceira, com todos os dotes que os amantes de uma boa cerveja adoram nas propagandas porque nos botecos... valha-me Senhor – só pinta baranga pinguça.
Pois é! E Deus criou Eva, assim como os engenheiros da Boeing criam seus protótipos voadores, milionários e invejáveis. E olha que a Eva era turbinadona, muito bem torneada e como não poderia deixar de ser, a grande atração do Paraíso. Era tão boa e fascinante que Adão nem sabia o que fazer direito com ela, aliás; segundos os escritos, Deus criou a bonitona só para ser companheira. Os pecados da carne ficavam por conta dos animais selvagens que todos os dias dilaceravam outros para matar a fome.
Quando Adão e Eva viam os animais copularem deveriam achar super engraçado. O coelho vinha, se chacoalhava rapidinho e se mandava. O Leão nem se fala e por ai vai. Depois apareciam aqueles filhotinhos dóceis que qualquer madame de nossos dias diria: “Não é uma gracinha?”
E não é que a serpente pintou no pedaço pra estragar tudo?
Adão e Eva receberam o bilhete azul e foram parar no Departamento de Recursos Humanos do Céu. Estavam literalmente despedidos e o que é pior: naqueles tempos o Getúlio Vargas nem sonhava em nascer para criar as leis do trabalho, com aquelas garantias que todo mundo já conhece e usufrui. Foram assim, com uma mão na frente e outra atrás procurar um outro paraíso, que obviamente não era fiscal, porque estavam literalmente duros. Acho que Adão um pouco mais por via das circunstâncias. O fato é que acharam um lugar na Terra e foram procriando de tal maneira que, em função daquela costelinha de Adão, o mundo hoje tem mais de 6 bilhões de indivíduos, sendo que mais da metade vive passando fome e uma pequena parcela nem sabe quanto tem de dinheiro na conta bancária. Coisas do capitalismo selvagem...
Em alguns lugares, uma boa costela é iguaria pra não se botar defeito, desde que não seja uma idêntica a do Adão, até porque os antropófagos já se foram, pelo menos é o que dizem.
Assim, aquela suculenta costela bovina, bem temperada é a melhor sugestão para o final de semana com a família ou os amigos.
Acontece que nem sempre tudo é tão perfeito, como também não foi perfeita a permanência do casal número UM naquele paraíso que habita as imaginações mais férteis.
Como atualmente tudo tem ar de facilidade, alguém em algum lugar, ligou para um número de telefone e pediu aquela costela especial para um churrasco ainda mais especial. Acontece que o moto boy encarregado da entrega saiu em disparada e descuidado, não fechou direito a tampa da caixa de sua moto. Como resultado de sua passagem por uma dessas surpreendentes lombadas, lá se foi pelos ares àquela belíssima costela, que se estatelou no chão e se encheu de areia e de outras sujeirinhas esquecidas por uma dessas ruas não menos esquecidas. O dito moto boy não se deu por vencido, assim como Adão e Eva. Catou a bela peça, achou uma torneira, lavou bem, recolocou na caixa e fez a sua entrega dentro dos conformes (ou quase) – até porque o que os olhos não vêem o coração não sente, e muitas vezes nem o paladar.
Para encerrar mais uma história de costela perdida, o personagem da moto chegou ao destino, apertou a campainha, recebeu o valor devido e uma gorjetinha pela rapidez e eficiência. O comprador não se deu por rogado e perguntou:
-Rapaz, qual é mesmo o seu nome?
- Adão de Deus!
- Então vai com ele e não corra muito viu?
Pra você ver – não existem coincidências quando o assunto é uma simples costela. Já a maçã, que acabei esquecendo de citar, fica sempre na boca do leitão, naquelas ceias de passagem de ano. Mas esta é outra estória!.... ( Pedro Brasil Jr - em 30/06/08)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

MENINOS, EU VI !...


Verdade que já vimos muitas coisas aconterem no futebol ao longo de sua história. Páginas memoráveis escritas pela genialidade de tantos craques. Mas hoje, e peço que anotem bem este dia, o futebol escreveu mais uma página que merece todos os créditos e que deverá também se eternizar. Não pela magia de um futebol técnico nem tampouco pela genialidade de algum craque. Mas pela superação e pela garra. Estou falando da Eurocopa 2008 - que tem mostrado partidas eletrizantes que sinceramente, apagaram o brilho do último Brasil X Argentina pelas eliminatórias da Copa do Mundo. Aliás; esta partida mais pareceu um jogo de bons compadres afinal, ambas as seleções vinham de desastrosos eventos. Muito bem; lá em Viena, neste dia 20 de junho, no Estádio Ernst Happel, o que se viu foi uma acirrada disputa em busca da classificação para as semifinais do torneio que mexe com o mundo. Ouvi alguém comentar que bastaria a participação de Brasil e Argentina para que a Eurocopa passasse a ser a verdadeira e autêntica Copa do Mundo. Verdade que los hermanos e nosotros iríamos levar com certeza um saco de gols. Mas isso é outra história...

O que se viu, foram duas seleções aguerridas, dispostas a tudo para conquistar a vaga até então inédita. Foram 90 minutos eletrizantes que culminaram numa partida sem gols. Veio a prorrogação e até os 13 minutos do segundo tempo desta, o que parecia impossível aconteceu: a Croácia, depois de uma bobeira do goleiro turco conseguiu abrir o placar através da presença de Klasnic. Festa croáta por toda parte. O que ninguém esperava é que os deuses do futebol haviam preparado uma grande surpresa e pouco mais de um minuto depois, já nos descontos, Semih empatava para a Turquia. A festa mudou de lado e o impossível acontecia diante de todos os olhos. A decisão foi para os penaltis e a Turquia arrebatou a vaga.

Continua assim prevalecendo a máxima que diz: "futebol é uma caixinha de surpresas" e desta vez, podem apostar: foi um baú com uma surpresa jamais esperada. Os turcos pegam a poderosa Alemanha. Vai ferver, porque de um lado, teremos uma Alemanha aplicada e forte no jogo aéreo. Pelo outro (cuidado alemães), o coração turco na ponta das chuteiras. E não fiquem surpresos se porventura os turcos conquistarem a vaga para a final. Os deuses do Olimpo já consagraram a Grécia, vizinha da Turquia. Pode ser que tenha sobrado uma pitadinha de boa sorte. E se isto acontecer, quem viver verá!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

PARECE QUE FOI ONTEM...


Lembro da antiga estação ferroviária de Curitiba quando os trens por ali chegavam e partiam trazendo e levando pessoas com sonhos distintos.
Não sou tão antigo quanto possa parecer mas neste exato instante, suspiro aquela frase já dita por tantas e tantas vezes através da boca de um outro tanto de pessoas: “parece que foi ontem”...
E naquele tempo, apesar das possantes máquinas à diesel, as maria-fumaças davam conta do recado superando as serras e todas as distâncias.
Lembrar estações!...
Não consigo de bate-pronto lembrar um inverno ou um outono que possam ter sido marcantes. Nem tampouco uma primavera ou verão que tivessem sido diferentes de outras ocasiões. Difícil relembrar estações afinal; do que recordamos mesmo, são das situações que por algum motivo deixaram profundas marcas na alma ou no coração.
Cada um tem lá sua “estação” para relembrar e também poder dizer que “parece que foi ontem”.
Revivendo este inverno que adentra pelos portais, me peguei divagando de um longínquo inverno onde a neve me pegou de surpresa numa manhã de um 17 de julho que agitou toda a cidade.
E não é que parece que foi ainda ontem?
Remexendo nos arquivos que a memória preserva a sete chaves, lembrei também de uma frase dita por alguém e publicada num antigo folheto de propaganda que dizia: “ Curitiba só tem duas estações: o inverno e a rodoferroviária”. O linguarudo maldito na época estava coberto de razão, porque aquela então “Curitiba Branca de Neve” de 1975 comprovava a fama de uma frase mais antiga e bem mais infame: “Curitiba, a fria” – dita e escrita por algum curitibano nato, daqueles sisudos, que não dão bom dia – que não dão informação a estranhos, que não conhecem nem o vizinho da porta da frente do apartamento. Bem; me perdoem esse curitibanos provincianos e antiquados que de tantos, restam uns gatos pingados ainda, resistindo ao inchaço desta capital tão propagada pelas oportunidades de bons negócios e tantos empregos que jamais aconteceram. Coisas dos melindres da política que contribuíram para inúmeras invasões, inúmeras favelas, inúmeros problemas cujos processos se avolumam nas tantas delegacias da cidade e de sua imensa região metropolitana, vitima da propaganda eleitoreira e que hoje a todos assusta pela violência impiedosa que acabou com o nosso sossego de poder passear na Praça Tiradentes com total segurança.
Lembrar estações!... É como desembarcar num desses estágios da existência e olhar para trás. Primeiro para que se possa ver o que a gente fez com a nossa própria caminhada e depois, para comprovar o que os outros fizeram que resultou numa linha morta – aquela onde o trem, depois de velho e sucateado é esquecido e abandonado até ser derretido numa siderúrgica para virar um ferro qualquer e deixar assim, consumir nos caldeirões daquele inferno, toda uma história de requinte, beleza, aventura e muito...muito romance.
Lembrar estações é simplesmente crescer enquanto o planeta cumpre sua trajetória e sua missão. Os pássaros migram para regiões mais quentes, os peixes sobem rios brigando com as correntezas, as árvores ficam nuas, os campos se encobrem de gelo, as folhas secas são varridas pelo vento, o sol se distancia, a lua se enche de orgulho, o céu fica rosado, as árvores ganham pequenos talos e de repente, a vida se renova no desabrochar de flores coloridas enquanto nós, seguimos nesse turbilhão praticamente alheios ao que se passa diante do palpitar da Terra.
Muitos desaparecem do cenário enquanto outros vão chegando e desembarcando em suas estações de vida.
A aventura segue, com farmácias entupidas de gente querendo remédio contra gripe e resfriado, vendedores de cachorro-quente disputam as esquinas, os ônibus lotados partem e vão cuspindo pessoas por toda parte afinal; a noite será gélida e com toda certeza, promete muitas surpresas.
Confesso que o meu desejo era lembrar estações com um leve sorriso entre os lábios mas...quando me permito deitar e me enrolar em minhas cobertas enquanto vejo na tevê os escândalos milionários, penso de primeira em todos os que estão perdidos pela noite gelada, sem o que comer, sem onde se abrigar, sem com o que se aquecer.
Sim; Curitiba é a fria! Não no sentido do descaso pois, é sabido que as autoridades municipais fazem tudo o que é possível, principalmente ao longo dessa estação fria. Mas é muito pouco, seja aqui ou em qualquer outra cidade gelada. Verdade que a vida é assim, cruel em qualquer época. Os asilos e albergues lotados são a prova viva dessa crueldade social, onde todos temos alguma parcela de culpa.
Lembrar estações é só um desses instantes insanos que repentinamente acionam nosso despertar para a dura realidade que nos cerca, que vive diante da nossa janela, que nos prende entre grades e guardas armados. Sim; porque o outro lá fora, aquele que não teve as mesmas chances – ele é o lobo mau das nossas fábulas de estações infantis. Os outros lobos, os que detém pedigree com bom certificado pregado na parede, não estão nem ai para a vida cotidiana, nem para as estações, nem para o frio e muito menos para qualquer tipo de solução que possa amenizar os malefícios que impregnam a alma humana. Ah! Mas eles ressurgem repentinamente, fantasiados de cordeirinhos em busca de apenas um votinho seu!
Eles desembarcam na estação da seriedade falsa e distribuem tantas ilusões que qualquer mágico consegue perder o emprego e a ginga.
E a vida segue no chamado trem da alegria que certamente chegará a qualquer estação levando os que estão alheios a tudo e a todos. Mas eles também partirão um dia sem levar absolutamente nada.
Triste destino o deles... Podem ter certeza.
Lembrar estações não é piração ou coisa de maluco. Tá certo que tirei hoje do armário minha roupa de Napoleão mas, calma , foi só para afugentar as traças, extinguir o mofo e me preparar para as próximas eleições. Pode ter certeza de que serei mais um louco escolhendo , quem sabe, um novo bobo da corte a divertir os imperadores enquanto a maioria estará lotando estações e terminais na ferrenha disputa por essas migalhas cujos preços eles determinam conforme suas necessidades - digamos; assim tão básicas.
E como diria a moça da gravação do transporte coletivo:

“ Próxima parada...Estação Bom Senso!”
E que se faça o frio uma vez mais!....

segunda-feira, 9 de junho de 2008

EMBRAER COMEMORA ENTREGA DO 400º E-JET




A Embraer, fabricante brasileira de aviões, celebrou na quinta-feira, 5 de junho, a entrega da unidade número 400 da família E-Jet 170/190. A aeronave, um EMB-175, foi encomendada pela companhia americana Republic Airlines (subsidiária da Republic Airways Holdings), que escolheu a configuração para transportar 86 pessoas em classe única. A cerimônia aconteceu pouco mais de sete meses após a entrega do 300º E-Jet, realizada em outubro do ano passado, confirmando a boa aceitação dos aviões nacionais no mercado mundial. Para Frederico Fleury Curado, diretor presidente da Embraer, “a entrega do 400º E-Jet confirma a excelente aceitação mundial desta família de aeronaves e temos orgulho de comemorar esta marca com nossos grandes amigos da Republic Airways Holdings”. Segundo a Embraer, a RA é o maior operador de E-Jets do mundo, com 110 aeronaves. Sendo 76 do modelo 170 e 34 jatos 175, voando nas cores da US Airways Express, United Express e Delta Connection. A Chautauqua Airlines, outra empresa do grupo, opera ainda os três modelos da família ERJ 145, totalizando 90 aviões, nas cores da Delta Connection, United Express, Continental Express e US Airways Express.

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