Passou!
Passou pelo mundo e enquanto seguiu os caminhos da bola, encantou!
Encantou torcidas de todas as cores!
Nos fez vibrar com a camisa canarinho!
Foi maestro dentro e fora de campo e deixou saudades!
Mas não passou simplesmente!
Leva consigo a paixão do torcedor!
E deixa para todos imagens eternas de seus dribles, seus
passes mágicos, seus gols memoráveis.
Lá se vai o Doutor Sócrates!
Num dia de intensa alegria Corintiana!
Tristes ficamos com sua partida. Torcedores de todas as cores.
O Corinthians é campeão!
E o doutor sai de cena de fininho, como menino arteiro, dando um drible magistral, se embrenhando na euforia e assim, amenizando a dor.
Vai pela Luz Doutor Sócrates!
E obrigado por tantas emoções!
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sábado, 12 de março de 2011
QUERO-QUERO UMA CORUJA NO CANTO DA TRAVE!

Antes de tudo, quero avisar que a última vez que estive num estádio de futebol já lá se vão uns cinco anos. Motivo do meu afastamento? A violência!!!
Pois bem; quando vejo o quebra-pau nos grandes clássicos principalmente, me entristeço porque os espectadores acabam deturpando a magia do que deveria ser um espetáculo. Também não consigo assimilar essa coisa que determinados torcedores têm na cabeça que os levam a não aceitar que os outros torçam pelo time adversário. É uma coisa típica de débil mental. Quando vejo pela televisão alguns jogos, ou trechos deles lá pela Europa e observo torcedores rivais ocupando os mesmos espaços confesso que fico aqui, em nossa distância, divagando sobre a questão que tanto atravanca o nosso desenvolvimento social: a falta de educação!
Ela se faz presente nos estádios, no trânsito e em uma gama de outros lugares, contribuindo para aquelas mazelas de cada um dos nossos dias.
Preocupa-me cada vez mais essa coisa de não poder vestir a camisa do meu time sob o risco de levar uma surra ou um tiro, como a gente tem visto ocorrer por ai.
Mas da mesma maneira, me enche de satisfação saber que torcedores de uma partida de futebol na Colômbia de repente ficaram todos do mesmo lado. Tudo em função de uma azarada coruja que levou uma bolada, quebrou a asa e foi covardemente chutada por um atleta.
Talvez a revolta tenha sido maior porque o bicho era uma espécie de mascote da torcida local. O jogador Luis Moreno, do Deportivo Pereira não poderia ter tido atitude tão desastrada a ponto de ser inclusive ameaçado de morte. E aqui entra outra vez o conceito da violência ao invés da ação da justiça. Pelas notici
as e vídeos inseridos na Internet a gente também fica de certo modo revoltado com a cena e é claro que o atleta teria que ser penalizado de alguma maneira, ainda que a pobre ave viesse a falecer dias depois do incidente. Me parece que o jogador foi suspenso por duas partidas e multado numa quantia em torno de 930 reais. Depois disso tudo o jogador se disse arrependido e que sua situação estaria muito delicada em função do ocorrido, já que passou a ser ameaçado pelos torcedores do Junior de Barranquilha, revoltados por ele ter agredido justamente o símbolo de sua torcida.
O triste de tudo é que a coruja morreu e a multa aplicada evidentemente não irá para sua suposta família.
A invasão de animais nos campos de futebol é sempre um fato curioso e já tivemos a chance de ver cachorro, gato, pombo, corvo e o quero-quero, que habita a maioria dos campos de futebol do país. Mas nunca nenhum atleta havia chutado um desses bichos como o que aconteceu recentemente.
Pode ser um bom sinal esta preocupação em massa com os bichos, embora a violência no futebol esteja ainda muito longe de encerrar seus dias.
Tenho vontade de voltar aos estádios, torcer pelo meu time, comer pipoca, amendoim e tomar uma cervejinha com aquele pão com bife que não existe igual em nenhum outro lugar do mundo. De repente retorno e acredito que assim como eu, uma legião de outros torcedores que também se afastaram gostariam de fazer o mesmo. Vamos torcer ainda longe dos estádios, não pelos jogos, mas para que a paz volte a reinar e a gente possa ir aos jogos para ver um bom espetáculo, os quero-queros atormentando a vida dos jogadores e depois, quando tudo terminar, na cala
da da noite, a gente, ainda que bem longe, ter a certeza de que a coruja está lá, dormente sobre o canto da trave, preservando para sempre a antiga expressão que revela aquele golaço que a gente paga com prazer para ter a chance de ver e de gritar. Aquele gol onde o atacante manda a bola “lá onde a coruja dorme!”
Pois bem; quando vejo o quebra-pau nos grandes clássicos principalmente, me entristeço porque os espectadores acabam deturpando a magia do que deveria ser um espetáculo. Também não consigo assimilar essa coisa que determinados torcedores têm na cabeça que os levam a não aceitar que os outros torçam pelo time adversário. É uma coisa típica de débil mental. Quando vejo pela televisão alguns jogos, ou trechos deles lá pela Europa e observo torcedores rivais ocupando os mesmos espaços confesso que fico aqui, em nossa distância, divagando sobre a questão que tanto atravanca o nosso desenvolvimento social: a falta de educação!

Ela se faz presente nos estádios, no trânsito e em uma gama de outros lugares, contribuindo para aquelas mazelas de cada um dos nossos dias.
Preocupa-me cada vez mais essa coisa de não poder vestir a camisa do meu time sob o risco de levar uma surra ou um tiro, como a gente tem visto ocorrer por ai.
Mas da mesma maneira, me enche de satisfação saber que torcedores de uma partida de futebol na Colômbia de repente ficaram todos do mesmo lado. Tudo em função de uma azarada coruja que levou uma bolada, quebrou a asa e foi covardemente chutada por um atleta.
Talvez a revolta tenha sido maior porque o bicho era uma espécie de mascote da torcida local. O jogador Luis Moreno, do Deportivo Pereira não poderia ter tido atitude tão desastrada a ponto de ser inclusive ameaçado de morte. E aqui entra outra vez o conceito da violência ao invés da ação da justiça. Pelas notici
as e vídeos inseridos na Internet a gente também fica de certo modo revoltado com a cena e é claro que o atleta teria que ser penalizado de alguma maneira, ainda que a pobre ave viesse a falecer dias depois do incidente. Me parece que o jogador foi suspenso por duas partidas e multado numa quantia em torno de 930 reais. Depois disso tudo o jogador se disse arrependido e que sua situação estaria muito delicada em função do ocorrido, já que passou a ser ameaçado pelos torcedores do Junior de Barranquilha, revoltados por ele ter agredido justamente o símbolo de sua torcida.O triste de tudo é que a coruja morreu e a multa aplicada evidentemente não irá para sua suposta família.
A invasão de animais nos campos de futebol é sempre um fato curioso e já tivemos a chance de ver cachorro, gato, pombo, corvo e o quero-quero, que habita a maioria dos campos de futebol do país. Mas nunca nenhum atleta havia chutado um desses bichos como o que aconteceu recentemente.Pode ser um bom sinal esta preocupação em massa com os bichos, embora a violência no futebol esteja ainda muito longe de encerrar seus dias.
Tenho vontade de voltar aos estádios, torcer pelo meu time, comer pipoca, amendoim e tomar uma cervejinha com aquele pão com bife que não existe igual em nenhum outro lugar do mundo. De repente retorno e acredito que assim como eu, uma legião de outros torcedores que também se afastaram gostariam de fazer o mesmo. Vamos torcer ainda longe dos estádios, não pelos jogos, mas para que a paz volte a reinar e a gente possa ir aos jogos para ver um bom espetáculo, os quero-queros atormentando a vida dos jogadores e depois, quando tudo terminar, na cala
da da noite, a gente, ainda que bem longe, ter a certeza de que a coruja está lá, dormente sobre o canto da trave, preservando para sempre a antiga expressão que revela aquele golaço que a gente paga com prazer para ter a chance de ver e de gritar. Aquele gol onde o atacante manda a bola “lá onde a coruja dorme!” segunda-feira, 22 de novembro de 2010
CORITIBA VOLTA À ELITE E PARANÁ OBSERVA O FUTURO
O Campeonato Brasileiro de futebol está na reta final e é claro que na Série A ainda teremos grandes emoções uma vez que o titulo ainda está indefinido. Mas o que importa mesmo é saber que na Série B, o Coritiba já conquistou o titulo e estará novamente na elite do futebol em 2011. A festa aconteceu em Juazeiro do Norte (CE) no sábado passado e se estendeu até a chegada da equipe à Curitiba. A gente só vê pelas ruas os torcedores desfilando felizes com a camisa do Coxa. A festa final será neste sábado (27/11) no Couto Pereira quando o Coritiba enfrenta o Guaratinguetá.Apesar da conquista e da volta à Série A, as expectativas são grandes em relação ao time para a próxima temporada.
Já na Vila Capanema, infelizmente o tricolor vai amargar mais uma temporada na Série B e o pior é que justo agora quando o time
encontrou o caminho, a competição chega ao final e começam os dramas em relação à renovação de jogadores. Evidente que isso tudo gera transtornos e até que se possa armar um time afinado, será preciso um trabalho intenso e isso é preocupante, já que o tricolor está a um bom tempo sem ganhar sequer o titulo paranaense e voltar à Série A, sonho de toda a torcida, acaba uma vez mais ficando distante.A receita, embora não seja simples, é a diretoria do clube formar uma equipe competitiva para o estadual sem pensar em titulo, para que na seqüência, possa fazer um bom trabalho na Série B e retornar também à elite do futebol brasileiro.
Parabenizamos o Coxa pela conquista e deixamos aqui o desejo profundo de que o Paraná reencontre seu caminho e possa trazer novamente grandes alegrias aos seus torcedores.
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