sexta-feira, 15 de maio de 2015
RECICLANDO NOTICIA VELHA
Dai a gente se olha no espelho e descobre que tem cara de sabujo.
Putz!
Eu estudei, tive acesso a bons livros, tive ótimos professores, tive um pai que pesquisava tudo e, ao longo dos anos procurei me aprimorar, entre erros e acertos, é claro, de maneira a manter a sobriedade perante as coisas mais estapafúrdias que surgem todos os dias diante dos meus olhos.
Eu enxergo um país chamado Brasil como se fosse um joguete de interesses parcos que começam aqui embaixo e vão até lá no alto. Permanecemos em pleno século 21 como se ainda estivéssemos no século 18 ou 19.
É um atraso muito grande, é uma ponte sem fim que liga o nada a coisa alguma. Deu para entender?
Pois é...
Muitos do nosso povo vivem aéreos, não sabem o que é uma ditadura, não sabem o que é comunismo, socialismo,parlamentarismo e muito menos bruxismo. Todos querem que tudo aconteça, que alguém faça. Que alguém tire os entulhos da frente da sua casa, que alguém traga numa bandeja as soluções para os problema que ele criou e por ai vai.Não contentes, essa gente tola que se ligam em partidos, siglas, ideais sem criatividade e etc e tal, ainda buscam noticias velhas, podres, sem fundamento como esta que circula agora nas redes.
Oras, vamos nos olhar no espelho para ver se enxergamos uma cara melhor do que sabujo com fome, pelo amor de Deus.Querer passar a ideia de que os Estados Unidos vão invadir aqui para evitar a ascensão do comunismo é pior do que bater na mãe.
Santa paciência!
Que o Brasil é um país cheio de ladrões, todo mundo tá careca de saber. Ah! Mas lá na Terra do Tio Sam não é muito diferente daqui. Eu diria que é pior, mas eles lá abafam bem as coisas. Vai me dizer que lá não tem pedinte, sem teto, descamisado, prostitutas de esquina e deficiências em vários setores? É uma democracia como aqui e vive sob a tutela do capitalismo selvagem. Onde tem capitalismo, seja aqui ou na puta que o pariu, sempre vai ter corrupto, aliciador, safado e por ai afora. Não venham com essa de que o comunismo está em expansão. Já era! Comunismo se bom fosse não tinha quebrado a União Soviética e pasmem; a China tá rumando para num futuro não tão distante decidir se mantém essa bandeira. Cuba também e além disso, por falar em Cuba, há 10 anos quando Fidel Castro disse esta asneira já estava gagá. Agora, deve estar bem pior.
Acredite quem quiser nisso dai.
Aqui no Brasil tem gente que compra terreno no céu e acreditam que alguns pastores por ai são assessores diretos de Deus.
Dai...pois então, acreditam piamente em suas próprias mentiras.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
ASTEROIDE EM ROTA DE COLISÃO COM A TERRA
Vivemos tempos tão modernos de fazer inveja a Chaplin quando, em sua época já previa a invasão das máquinas em substituição a mão-de-obra do homem. Vieram as máquinas, de todo tipo e tamanho e o mundo cresceu em população e em necessidades também. As máquinas rudimentares deram lugar às mais avançadas, mais complexas e muito menores.
Robôs já fazem muitas das coisas que só um homem era capaz de realizar, considerando é claro; que é preciso um homem para opera-lo. Tudo bem; homens, máquinas, avanços de um lado, retrocessos de outro e o planeta segue sua órbita pelo espaço. Ali em cima, rodeando a gente, uma centena de satélites para todas as funções, responsávels inclusive por muitas das coisas que são hoje o nosso lazer. Também por lá uma quantidade inimaginável de lixo trafega sem maiores problemas. Todos os dias muitos desses fragmentos adentram pela atmosfera e são incinirados pela defesa providencial do planeta. Eu acho isto fantástico, considerando que o Criador estava realmente preparado para tudo, inclusive; homens e máquinas! Lá de vez em quando algo muito grande chega por aqui e é logo queimado e a gente nem percebe. Noutras ocasiões essas coisas grandes acabam se chocando com o solo ou o mar em algum ponto da terra.
Existe uma preocupação muito grande em relação as asteroides por exemplo: Há quem afirme que os dinossauros foram dizimados por causa de um deles e estudos e pesquisas já apontaram para outros que um dia saíram da rota e estacionaram violentamente por aqui causando variados estragos. Há alguns anos um desses asteroides caiu em solo da Rússia onde causou danos numa área de 80 quilômetros. Enquanto por aqui a maioria de nós fixa o olhar nas telas de computadores e televisores, alguns se dedicam a olhar o céu na tentativa de observar algum movimento estranho. Parece que o astrônomo Judit Györgyey-Ries do Observatório McDonald, da Universidade do Texas descobriu um asteroide que poderá atingir o planeta lá por outubro de 2017.
Mas não fique assustado, o Asteroide 2012 TC4, embora tenha 40 metros de diâmetro e o tamanho comparado à estatua da Liberdade, não causará, em princípio, danos maiores. Se sua composição for de ferro, bate no planeta e os danos a gente só saberá depois, evidentemente.
Se for de rocha, será desintegrado antes de colidir com o solo. O que pode nos preocupar de verdade é o lixo sideral que muitas vezes acaba caindo em alguns locais. Aliás; tempos atrás partes de uma cangalha enviada ao espaço caíram também lá pelos confins da Rússia. A gente espera mesmo é que essas “coisas” não caiam em nossas cabeças.
De resto, a sapiência do Criador segue valendo, com toda a sua magia e a maravilhosa defesa do planeta nestas situações, mesmo que por aqui, a terra não tenha mais como se defender das ações do homem. Eu acredito que a degradação do homem à sua casa é que tem feito o planeta gritar, acionando seus vulcões, tremendo em partes diferentes e mandando ondas gigantes para varrer o que pode. Asteroides podem ser ameaçadores, mas as mãos do homem são incomparáveis.
Robôs já fazem muitas das coisas que só um homem era capaz de realizar, considerando é claro; que é preciso um homem para opera-lo. Tudo bem; homens, máquinas, avanços de um lado, retrocessos de outro e o planeta segue sua órbita pelo espaço. Ali em cima, rodeando a gente, uma centena de satélites para todas as funções, responsávels inclusive por muitas das coisas que são hoje o nosso lazer. Também por lá uma quantidade inimaginável de lixo trafega sem maiores problemas. Todos os dias muitos desses fragmentos adentram pela atmosfera e são incinirados pela defesa providencial do planeta. Eu acho isto fantástico, considerando que o Criador estava realmente preparado para tudo, inclusive; homens e máquinas! Lá de vez em quando algo muito grande chega por aqui e é logo queimado e a gente nem percebe. Noutras ocasiões essas coisas grandes acabam se chocando com o solo ou o mar em algum ponto da terra.
Existe uma preocupação muito grande em relação as asteroides por exemplo: Há quem afirme que os dinossauros foram dizimados por causa de um deles e estudos e pesquisas já apontaram para outros que um dia saíram da rota e estacionaram violentamente por aqui causando variados estragos. Há alguns anos um desses asteroides caiu em solo da Rússia onde causou danos numa área de 80 quilômetros. Enquanto por aqui a maioria de nós fixa o olhar nas telas de computadores e televisores, alguns se dedicam a olhar o céu na tentativa de observar algum movimento estranho. Parece que o astrônomo Judit Györgyey-Ries do Observatório McDonald, da Universidade do Texas descobriu um asteroide que poderá atingir o planeta lá por outubro de 2017.
Mas não fique assustado, o Asteroide 2012 TC4, embora tenha 40 metros de diâmetro e o tamanho comparado à estatua da Liberdade, não causará, em princípio, danos maiores. Se sua composição for de ferro, bate no planeta e os danos a gente só saberá depois, evidentemente. Se for de rocha, será desintegrado antes de colidir com o solo. O que pode nos preocupar de verdade é o lixo sideral que muitas vezes acaba caindo em alguns locais. Aliás; tempos atrás partes de uma cangalha enviada ao espaço caíram também lá pelos confins da Rússia. A gente espera mesmo é que essas “coisas” não caiam em nossas cabeças.
De resto, a sapiência do Criador segue valendo, com toda a sua magia e a maravilhosa defesa do planeta nestas situações, mesmo que por aqui, a terra não tenha mais como se defender das ações do homem. Eu acredito que a degradação do homem à sua casa é que tem feito o planeta gritar, acionando seus vulcões, tremendo em partes diferentes e mandando ondas gigantes para varrer o que pode. Asteroides podem ser ameaçadores, mas as mãos do homem são incomparáveis.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
MOINHOS ANACONDA
Nos últimos 60 anos Curitiba passou por muitas transformações, e mesmo com tantas alterações na paisagem urbana, uma construção vem resistindo ao tempo e marcando cada vez mais sua presença no cenário. É o Moinho Anaconda, ali instalado entre o Cristo Rei, o Jardim Botânico, o Capanema e pedaço do Centro. A história do Moinho Anaconda tem tudo a ver com a imigração alemã e italiana e mais ainda com o dourado inigualável do trigo, de onde vem a farinha que garante nosso pão, nossos biscoitos, nosso macarrão entre tantas outras massas que se transformam e apetitosas guloseimas.
Quem vive ou passa na região não tem como não perceber a imponência do Anaconda, que começou em São Paulo no distante 1951 e mais tarde, em 1959 aqui chegou para ficar, fazendo jus ao nome da não menos gigante serpente de nossas florestas. Como o tempo avança e tudo muda, a gente faz este registro torcendo para que o Anaconda chegue ao seu centenário resistindo às mudanças e produzindo a farinha tão pura de onde os magos de todas as cozinhas retiram tantas maravilhas que nos dão água na boca. Quer saber mais sobre os Moinhos Anaconda? Visite o site:www.anaconda.com.br
segunda-feira, 13 de abril de 2015
289 ANOS DE PURA FORTALEZA
Ela é senhora-menina encantadora!
Minha Terra da Luz sempre tão iluminada pelo astro rei, moldando peles variadas, dando aquele toque especial a todos os belos cenários que a natureza, por aqui tão pródiga, tratou de esculpir para posteriormente reunir raças, cores, emoções e festas mil.
Fortaleza é uma poesia viva embalada pela mesma brisa que leva as jangadas mar adentro, pelo sorrateiro vento que sopra longe os chapéus ou que faz dançar as ramas dos coqueirais.
Por aqui a vida palpita de um jeito todo próprio e eu sou suspeito para falar desta terra minha, sua, nossa, de todos enfim; até porque, mesmo quem de tão longe vem aqui se encanta, aprende o canto, se esbalda com os sabores e vislumbra nas noites, uma lua tão diferente que divide seu reflexo com as noites que embalam a cidade, que fervilham nos gestos, nas danças ou nas conversas madrugada adentro nos barzinhos onde amigos colocam os assuntos em dia com porções de tudo um pouco e claro; a cervejinha gelada de cada dia. Fortaleza como o nome diz é a cidade “forte”, a capital brasileira mais próxima da Europa, distante 5.600 quilômetros da não menos exótica Lisboa, daquela Portugal que aqui tem seus traços também. Religiosidade, força, fé e tom de pele marcante. Assim é esta Fortaleza que encanta e que me faz olhar para trás, nos tempos de menino onde a guloseima era a polpa do coco e o refrigerante sua incomparável água.
Como um antigo chavão de humorista, eu me permito aqui copiar para dizer a vocês: - Meninos! Eu vi! Eu vi esta Fortaleza crescer como massa de pão caseiro que a gente cobiçava na espreita, daquela fome pequena que grande ficava. E a gente ria e brincava e feliz a gente era quase sem nada. Havia a rede, o sol, o mar, o peixe e o coco. Que mais de menino de então se poderia querer? Ah! O tempo... O tempo avançou, minha Terra de Luz seguiu brilhando, com mais gente, mais carros, mais prédios, muito mais festas enfim. Para longe me fui, mas sempre com um dos pés por aqui. Não dá para ficar longe da raiz, até porque como um coqueiro gigante, é preciso sim ter raízes fortes, exuberantes, por onde, não sei bem o segredo disso, se extrai da terra a essência que sobe silenciosa e que se armazena no coco como a magia da água sagrada, de uma fonte subterrânea que palpita bem ali, ao lado da gente, dia após dia, ano após ano, vida após vida... E a cidade avança... E as jangadas avançam... E os cardumes avançam...
O tempo avança e a gente também! Menino ontem, homem hoje! Senhoras e senhores de outrora na soleira das janelas, do bairro antigo, onde antigas canções preenchiam o começo da noite e onde a gente, entre folguedos mil nem percebia a cidade a crescer, o mundo a girar e a gente mesmo a se transformar. Primeiros amores, primeiros beijos,primeiros problemas... A vida é assim mesmo diria o poeta. Porque a cidade nunca será a mesma do tempo da gente. Mas quem chega hoje dirá o mesmo lá na frente e saberá por contos e causos de uma Fortaleza mais antiga, menor, mais pacata enfim... E eu olho a imensidão da minha cidade de um lado, a imensidão do mar do outro e o horizonte que inspira curiosidade. A mesma curiosidade que me levou bem longe, mas que jamais me afastou das origens, que jamais apagou as fases aqui vividas na infância, as dificuldades, a luta pela sobrevivência... Somos gente dessa terra.Dessa brava terra hospitaleira, famosa, acolhedora, linda, mágica, maravilhosa e ainda assim, senhora-menina de todos nós. Senhora pelos 289 anos que completa agora, neste dia 13 de abril.
Menina porque se renova ano após ano, todos os dias! Orgulho de aqui ter nascido, de aqui ter me perdido em folguedos e sonhos e de após ter partido, a emoção de regressar e de ser recebido com o encanto de sempre, nesses braços abertos da minha Fortaleza-poesia, tão viva, tão moça e tão maravilhosa como sempre foi e continua a ser, para a alegria do coração da gente. Terra de tanta gente famosa. Terra tão famosa por sua gente. Feliz cidade de todos nós. Parabéns minha terra amada por mais um ano acolhedor e que, apesar dos avanços do tempo, você possa seguir sendo esta cidade senhora-menina, despejando encantos em toda a gente daqui e em toda a gente que aqui vem para se encantar por toda a existência.
Por aqui a vida palpita de um jeito todo próprio e eu sou suspeito para falar desta terra minha, sua, nossa, de todos enfim; até porque, mesmo quem de tão longe vem aqui se encanta, aprende o canto, se esbalda com os sabores e vislumbra nas noites, uma lua tão diferente que divide seu reflexo com as noites que embalam a cidade, que fervilham nos gestos, nas danças ou nas conversas madrugada adentro nos barzinhos onde amigos colocam os assuntos em dia com porções de tudo um pouco e claro; a cervejinha gelada de cada dia. Fortaleza como o nome diz é a cidade “forte”, a capital brasileira mais próxima da Europa, distante 5.600 quilômetros da não menos exótica Lisboa, daquela Portugal que aqui tem seus traços também. Religiosidade, força, fé e tom de pele marcante. Assim é esta Fortaleza que encanta e que me faz olhar para trás, nos tempos de menino onde a guloseima era a polpa do coco e o refrigerante sua incomparável água.
Como um antigo chavão de humorista, eu me permito aqui copiar para dizer a vocês: - Meninos! Eu vi! Eu vi esta Fortaleza crescer como massa de pão caseiro que a gente cobiçava na espreita, daquela fome pequena que grande ficava. E a gente ria e brincava e feliz a gente era quase sem nada. Havia a rede, o sol, o mar, o peixe e o coco. Que mais de menino de então se poderia querer? Ah! O tempo... O tempo avançou, minha Terra de Luz seguiu brilhando, com mais gente, mais carros, mais prédios, muito mais festas enfim. Para longe me fui, mas sempre com um dos pés por aqui. Não dá para ficar longe da raiz, até porque como um coqueiro gigante, é preciso sim ter raízes fortes, exuberantes, por onde, não sei bem o segredo disso, se extrai da terra a essência que sobe silenciosa e que se armazena no coco como a magia da água sagrada, de uma fonte subterrânea que palpita bem ali, ao lado da gente, dia após dia, ano após ano, vida após vida... E a cidade avança... E as jangadas avançam... E os cardumes avançam...
O tempo avança e a gente também! Menino ontem, homem hoje! Senhoras e senhores de outrora na soleira das janelas, do bairro antigo, onde antigas canções preenchiam o começo da noite e onde a gente, entre folguedos mil nem percebia a cidade a crescer, o mundo a girar e a gente mesmo a se transformar. Primeiros amores, primeiros beijos,primeiros problemas... A vida é assim mesmo diria o poeta. Porque a cidade nunca será a mesma do tempo da gente. Mas quem chega hoje dirá o mesmo lá na frente e saberá por contos e causos de uma Fortaleza mais antiga, menor, mais pacata enfim... E eu olho a imensidão da minha cidade de um lado, a imensidão do mar do outro e o horizonte que inspira curiosidade. A mesma curiosidade que me levou bem longe, mas que jamais me afastou das origens, que jamais apagou as fases aqui vividas na infância, as dificuldades, a luta pela sobrevivência... Somos gente dessa terra.Dessa brava terra hospitaleira, famosa, acolhedora, linda, mágica, maravilhosa e ainda assim, senhora-menina de todos nós. Senhora pelos 289 anos que completa agora, neste dia 13 de abril.
Menina porque se renova ano após ano, todos os dias! Orgulho de aqui ter nascido, de aqui ter me perdido em folguedos e sonhos e de após ter partido, a emoção de regressar e de ser recebido com o encanto de sempre, nesses braços abertos da minha Fortaleza-poesia, tão viva, tão moça e tão maravilhosa como sempre foi e continua a ser, para a alegria do coração da gente. Terra de tanta gente famosa. Terra tão famosa por sua gente. Feliz cidade de todos nós. Parabéns minha terra amada por mais um ano acolhedor e que, apesar dos avanços do tempo, você possa seguir sendo esta cidade senhora-menina, despejando encantos em toda a gente daqui e em toda a gente que aqui vem para se encantar por toda a existência.
quarta-feira, 25 de março de 2015
MULHER, UMA COISA QUALQUER...
Os homens da máscara de ferro a soldam cada vez mais em suas caras horrendas. Tempos de mudanças e de avanços! Tempos de muitos não aceitar o óbvio. Ainda em março, "mês da mulher", a gente viu e a gente leu e a gente ouviu tantas exaltações a mulher e suas conquistas.
Cada vez mais o mundo se transforma e cada vez mais o machismo tenta repudiar. Num país onde 59 por cento dos homens hoje sofrem com a impotência não é de se estranhar, afinal de contas, nestes novos tempos, a mulher, em sua maioria, sabe o que quer em todos os sentidos e na cama não seria diferente, considerando que por sorte, elas sabem muito bem que homem é antes de tudo humano e tem seus dramas, suas fraquezas e suas dores. Tudo compreensível e passivo de acertos.
Melhor uma bem dada do que 6 tentativas sem sucesso, não é assim?
Talvez! Vi no portal do Yahoo uma nota sobre a modelo Bárbara Evans que acabara de publicar uma foto ousada por ai. Tudo bem; neste universo de fama de minutos para uns e de temporada para outros, quase tudo vale.
Respeitemos ora pois todas a vontades, até porque, pelos comentários lá publicados, percebe-se que o machismo segue com aquela coisa de extrair o doce do chiclete e em seguida cuspir. Meus caros; mulher não é goma de mascar.
Mulher não é objeto. Cada comentário malicioso daqueles, com termos aqui impublicáveis por uma questão de educação e respeito, bem demonstra o quanto estamos atrasados nesta TERRA BRASILIS, onde se pode chamar de vagabunda e de vaca uma presidenta, de puta a mãe do juiz de futebol e onde, se grita por uma série de direitos, mas onde a maioria infringe as leis, a maioria não utiliza o respeito aos mais velhos, aos professores, aos pais inclusive.
Barbáries diárias que jornais populares se aproveitam para aumentar tiragem e vender mais. Os ignorantes alimentam os espertos, com suas atitudes baixas, com sua falta de zelo pela figura humana, pelo semelhante, pela mulher principalmente, que foi, é e ainda continua a ser vista por muitos homens como "uma coisa qualquer" que se usa e se joga fora.
Quem desejar ler os comentários/pérolas vá em: https://br.celebridades.yahoo.com/fotos/veja-as-melhores-fotos-das-celebridades-nas-redes-sociais-1425319326-slideshow/veja-as-melhores-fotos-das-celebridades-nas-redes-sociais-photo-1426529086293.html
Melhor uma bem dada do que 6 tentativas sem sucesso, não é assim?
Talvez! Vi no portal do Yahoo uma nota sobre a modelo Bárbara Evans que acabara de publicar uma foto ousada por ai. Tudo bem; neste universo de fama de minutos para uns e de temporada para outros, quase tudo vale.
Respeitemos ora pois todas a vontades, até porque, pelos comentários lá publicados, percebe-se que o machismo segue com aquela coisa de extrair o doce do chiclete e em seguida cuspir. Meus caros; mulher não é goma de mascar.
Mulher não é objeto. Cada comentário malicioso daqueles, com termos aqui impublicáveis por uma questão de educação e respeito, bem demonstra o quanto estamos atrasados nesta TERRA BRASILIS, onde se pode chamar de vagabunda e de vaca uma presidenta, de puta a mãe do juiz de futebol e onde, se grita por uma série de direitos, mas onde a maioria infringe as leis, a maioria não utiliza o respeito aos mais velhos, aos professores, aos pais inclusive.
Barbáries diárias que jornais populares se aproveitam para aumentar tiragem e vender mais. Os ignorantes alimentam os espertos, com suas atitudes baixas, com sua falta de zelo pela figura humana, pelo semelhante, pela mulher principalmente, que foi, é e ainda continua a ser vista por muitos homens como "uma coisa qualquer" que se usa e se joga fora.
Quem desejar ler os comentários/pérolas vá em: https://br.celebridades.yahoo.com/fotos/veja-as-melhores-fotos-das-celebridades-nas-redes-sociais-1425319326-slideshow/veja-as-melhores-fotos-das-celebridades-nas-redes-sociais-photo-1426529086293.html
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
RELEMBRANDO VALÊNCIO XAVIER
Janela semiaberta!
Cortina balançando com vento...
Uma dança sem coreografia, com papéis malucos se alojando pelo chão. Na mesa, livros velhos, uma máquina de escrever (ainda) e um lápis mordiscado. A luz é fraca e ali, tudo é uma imensa penumbra que interliga dois mundos. Passado e presente confabulam apenas um instante!... Um ambiente apropriado para um sujeito que com toda certeza abriria as lentes de sua câmera para criar uma cena lúgubre de um filme triste, de uma novela ou até mesmo para documentar uma casa antiga.
Aqui, numa dessas mesas de trabalho, alguém deixou à vista um livro chamativo: “Poty, trilhas e traços”. Ora vejam só; um livro escrito por Valêncio Xavier em 1994. Uma biografia de Poty Lazzarotto, o nosso saudoso “Mestre Poty”, que em vida se encarregou de criar em seus traços uma perfeita identidade para esta Curitiba que hoje já não tem, infelizmente, aquela dedicação pela cultura e perambula sedenta em meio aos seus zilhões de problemas... Bem; lembrar o velho amigo Valêncio Xavier dessa maneira foi por demais oportuno, até porque, em dezembro passado a data de sua morte passou desapercebida por nós e neste março que ora chega sorrateiro, poderemos reverenciar o seu nascimento num 21/03 do distante 1933. Valêncio era um cara simples, um paulista gente fina, sempre com ideias novas na cabeça, ideias e ideais de cultura pura. Ele não respirava o mesmo ar que a gente respira; ele tinha que extrair para os pulmões e para a mente aquela essência que se traduz em cultura numa nuvem, numa pedra, num fotograma ou numa folha de papel com seus escritos. Cineasta, diretor, escritor, roteirista e excelente colega de trabalho, Valêncio Xavier juntamente com Francisco Alves dos Santos criou, em 1975 a Cinemateca de Curitiba e, em seus brilhantes anos de inspiração, se tornou um Curitibano nato, nos brindando com várias publicações dentre as quais, a já citada biografia de Poty e outra que eu preservo a sete chaves intitulada “Desembrulhando as Balas Zéquinha”, de 1973, onde ele, com aquela paciência que tinha, conseguiu efetuar o melhor e mais preciso levantamento histórico a respeito desse personagem tão curitibano quanto todos aqueles, assim como eu, que vieram de fora para amar esta Cidade Sorriso como ninguém. Valêncio Xavier nos deixou aos 75 anos de idade num triste 05 de dezembro de 2008, mas graças a Deus, nos legou muito da nossa história, da nossa cultura e nossa curitibanidade, coisa que se não está no sangue por traços hereditários, se aloja pela flechada de um cupido safado, que tem a capacidade de fazer com que qualquer um, venha de onde vier, aqui chegue, se apaixone e deixe sua contribuição como um bom curitibano deve fazer.(PBJ)
Cortina balançando com vento...
Uma dança sem coreografia, com papéis malucos se alojando pelo chão. Na mesa, livros velhos, uma máquina de escrever (ainda) e um lápis mordiscado. A luz é fraca e ali, tudo é uma imensa penumbra que interliga dois mundos. Passado e presente confabulam apenas um instante!... Um ambiente apropriado para um sujeito que com toda certeza abriria as lentes de sua câmera para criar uma cena lúgubre de um filme triste, de uma novela ou até mesmo para documentar uma casa antiga.
Aqui, numa dessas mesas de trabalho, alguém deixou à vista um livro chamativo: “Poty, trilhas e traços”. Ora vejam só; um livro escrito por Valêncio Xavier em 1994. Uma biografia de Poty Lazzarotto, o nosso saudoso “Mestre Poty”, que em vida se encarregou de criar em seus traços uma perfeita identidade para esta Curitiba que hoje já não tem, infelizmente, aquela dedicação pela cultura e perambula sedenta em meio aos seus zilhões de problemas... Bem; lembrar o velho amigo Valêncio Xavier dessa maneira foi por demais oportuno, até porque, em dezembro passado a data de sua morte passou desapercebida por nós e neste março que ora chega sorrateiro, poderemos reverenciar o seu nascimento num 21/03 do distante 1933. Valêncio era um cara simples, um paulista gente fina, sempre com ideias novas na cabeça, ideias e ideais de cultura pura. Ele não respirava o mesmo ar que a gente respira; ele tinha que extrair para os pulmões e para a mente aquela essência que se traduz em cultura numa nuvem, numa pedra, num fotograma ou numa folha de papel com seus escritos. Cineasta, diretor, escritor, roteirista e excelente colega de trabalho, Valêncio Xavier juntamente com Francisco Alves dos Santos criou, em 1975 a Cinemateca de Curitiba e, em seus brilhantes anos de inspiração, se tornou um Curitibano nato, nos brindando com várias publicações dentre as quais, a já citada biografia de Poty e outra que eu preservo a sete chaves intitulada “Desembrulhando as Balas Zéquinha”, de 1973, onde ele, com aquela paciência que tinha, conseguiu efetuar o melhor e mais preciso levantamento histórico a respeito desse personagem tão curitibano quanto todos aqueles, assim como eu, que vieram de fora para amar esta Cidade Sorriso como ninguém. Valêncio Xavier nos deixou aos 75 anos de idade num triste 05 de dezembro de 2008, mas graças a Deus, nos legou muito da nossa história, da nossa cultura e nossa curitibanidade, coisa que se não está no sangue por traços hereditários, se aloja pela flechada de um cupido safado, que tem a capacidade de fazer com que qualquer um, venha de onde vier, aqui chegue, se apaixone e deixe sua contribuição como um bom curitibano deve fazer.(PBJ)
A SERPENTE DISFARÇADA EM FLOR
No mesmo 18 de janeiro em que fuzilaram um brasileiro lá na Indonésia, aqui mesmo no Brasil um menino perdeu a vida por causa de uma bala perdida. De cada lado dessas histórias um fato em comum: o tráfico de drogas!
Aqui a guerra é diária nos grandes centros entre a polícia e o tráfico e em razão dela, inocentes perdem a vida, porque nos confrontos, atira-se para todo lado.
Lá na Indonésia, eles tem suas leis rígidas em relação a este tipo de atividade e ainda assim, muitos se arriscam, porque a possibilidade de se ganhar muito dinheiro é tentadora. O brasileiro Marco Archer, traficante de drogas, foi mais um entre tantos cujo governo indonésio levou ao paredão de fuzilamento e assim, causou as mais diferentes reações mundo afora. Ninguém é dono da vida de ninguém, esta é minha concepção, e resguardadas as dores da família do Marco, a gente volta à triste realidade que nos cerca, com traficantes que comandam suas facções de dentro dos presídios, que espalham o medo nas mais variadas comunidades e que transformam meninos e meninas e “aviõezinhos” ou “mulas”, para levar a droga até quem a consome.
Tivesse o Marco Archer sido apanhado aqui mesmo em sua terra, teria sido preso, cumpriria uma boa parte da pena e estaria à solta, não necessariamente ao lado de sua família, mas seguindo em sua “profissão”, como ele mesmo declarou a um repórter dizendo que a vida toda “foi traficante,traficante e traficante”. Enquanto pode, usufruiu das maravilhas que a vida, através do dinheiro oferece: viagens, hotéis de luxo, comida e bebida de primeira e mulheres que, para a maioria dos homens, só existem em sonhos. Alguém, naquela rumorosa segunda-feira, dia 19 de janeiro, grifou a respeito do brasileiro condenado que ele talvez seguira a letra de uma canções do Zeca Pagodinho que diz: “Deixa a vida me levar...” - A canção é sucesso e a vida só pode ser pra gente “progresso”, através do estudo, dos esportes e do trabalho, não deixando jamais de lado a transparência e a honestidade. Sabemos que o governo brasileiro fez todos os apelos possíveis, afinal de contas tratava-se de uma vida. Mas não se pode, como se tentou fazer, transformar o brasileiro Marco Archer num herói, até porque infringir a lei, para ele, era uma questão de honra. Um cara que nunca pagou imposto de renda, que não tinha talão de cheque, que não estava nem ai para a própria vida, já que fez dela uma aventura “vida loka”, como se diz na gíria, não poderia esperar que enganaria todos o tempo todo. Acho que os 11 anos em que ele ficou preso já bastavam como pena pelo crime de tráfico, mas cada país tem suas leis, suas regras e os seus erros cruciais. Que você que é pai, que é mãe, professor ou professora possam contribuir com a nossa juventude orientando-a em relação à vida, aos relacionamentos, as formas de conquistar espaços utilizando o talento, a dedicação ao trabalho e assim, evitando destruir a própria vida num jogo onde a ganância é a serpente disfarçada em flor.
Tivesse o Marco Archer sido apanhado aqui mesmo em sua terra, teria sido preso, cumpriria uma boa parte da pena e estaria à solta, não necessariamente ao lado de sua família, mas seguindo em sua “profissão”, como ele mesmo declarou a um repórter dizendo que a vida toda “foi traficante,traficante e traficante”. Enquanto pode, usufruiu das maravilhas que a vida, através do dinheiro oferece: viagens, hotéis de luxo, comida e bebida de primeira e mulheres que, para a maioria dos homens, só existem em sonhos. Alguém, naquela rumorosa segunda-feira, dia 19 de janeiro, grifou a respeito do brasileiro condenado que ele talvez seguira a letra de uma canções do Zeca Pagodinho que diz: “Deixa a vida me levar...” - A canção é sucesso e a vida só pode ser pra gente “progresso”, através do estudo, dos esportes e do trabalho, não deixando jamais de lado a transparência e a honestidade. Sabemos que o governo brasileiro fez todos os apelos possíveis, afinal de contas tratava-se de uma vida. Mas não se pode, como se tentou fazer, transformar o brasileiro Marco Archer num herói, até porque infringir a lei, para ele, era uma questão de honra. Um cara que nunca pagou imposto de renda, que não tinha talão de cheque, que não estava nem ai para a própria vida, já que fez dela uma aventura “vida loka”, como se diz na gíria, não poderia esperar que enganaria todos o tempo todo. Acho que os 11 anos em que ele ficou preso já bastavam como pena pelo crime de tráfico, mas cada país tem suas leis, suas regras e os seus erros cruciais. Que você que é pai, que é mãe, professor ou professora possam contribuir com a nossa juventude orientando-a em relação à vida, aos relacionamentos, as formas de conquistar espaços utilizando o talento, a dedicação ao trabalho e assim, evitando destruir a própria vida num jogo onde a ganância é a serpente disfarçada em flor.
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