segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Com “O chamado do sino” Pedro Brasil Júnior conquista o segundo lugar no Concurso de Linguagens Culturais

Falar da gente não é tão simples quanto falar de “outras gentes”. Mas chega um dia que a tarefa é inevitável e, meio acanhado, lá vou eu tentar narrar a alegria que por aqui chegou ao receber antes, a notícia de que havia obtido a segunda colocação no Concurso de Linguagens Culturais na categoria “contos” promovido pela Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais através de sua Secretaria de Cultura.
A premiação aconteceu no último dia 12 durante o encerramento da Feira Municipal do Livro (Femuli), ocasião em que infelizmente não pude me fazer presente por motivo de viagem.
Entrega da premiação feita pela funcionárias da Biblioteca Pública Scharffenberg
de Quadros, Sras. Eliane Stephanes Valvassori e Elizabeth Sikora
Hoje pela manhã me dirigi até a Biblioteca Pública Municipal Scharffenberg de Quadros para receber o Troféu, o Certificado e alguns livros que integram a premiação e que chegam em boa hora para integrar meu pequeno acervo.
O presente concurso envolveu estudantes de vários níveis bem como pessoas do municipio e de outras cidades da Região Metropolitana de Curitiba. O mesmo envolveu os concursos de Fotografia Sebastião Cortes e Literatura Leopoldo Scherner cujo objetivo desta feita era abodar os casarões antigos da cidade e sua história. Na cerimônia de premiação a presença de inúmeras autoridades e convidados, entre eles o Secretário de Cultura Amarildo Rosa, o chefe de gabinete do vice-prefeito Toninho da Farmácia, Augustinho Michalizen, além da comissão julgadora, participantes do evento e seus familiares.
“A premiação serve como um incentivo aos participantes e o apoio das escolas e presença dos familiares, marca este momento em suas vidas ”, disse na ociasião o secretário de Cultura, Amarildo Rosa.
Realizaram hoje nas dependências da Biblioteca Pública Municipal Scharffenberg de Quadros a entrega do troféu, certiificado e livros as funcionárias Eliane Stephanes Valvassori e Elizabeth Sikora às quais eu agradeço pela recepção e atenção dispensada.
Esta premiação é motivo de intensa alegria pra mim porque mais uma vez ela envolve o nome de um cidadão que em vida deixou suas marcas na nossa literatura e que, ali pela metade dos anos 70 havia sido julgador de um concurso de redação então promovido pelo Jornal O Estado do Paraná e TV Iguaçu-Canal 4 onde eu também com quistei o segundo lugar. Hoje tenho a honra de receber esta premiação com o nome de Leopoldo Scherner a quem todos devemos honrar por sua grandiosa contribuição para com a literatura e cultura da nossa gente.
Junto ao trofeu e certificado me foram conferidas as seguintes obras: Volume de Seleção dos Livros da Reader's Digest, sendo eles: O Resgate, de Nicholas Sprks; Refém, de Robert Crais; A Filha de Minha Mãe, de Judith Henry Wall e Caçada ao Texugo, de Tony Hillerman. Um vollume de São José dos Pinhais – 100 Anos de Emancipação que faz abordagem ao Concurso de Linguagens Culturais de 2013; um volume da obra O Juscelino Kubitschek de Minhas Recordações, de Josué Montello e São José dos Pinhais – História e Política- volume 1 , de Antonio Francisco Bobrowec.
Confira a relação dos premiados do Concurso de Linguagens Culturais de 2016

Fotografia Sebastião Cortez – Jovem Fotografo

1º Lugar – Nina Miers Russowsky

2º Lugar – Tifany Vitória das Graças Teixeira

3º Lugar – Raiane dos Santos

Fotografia Sebastião Cortez – Fotografia

1º Lugar – Érica Roberli Guidetti Rocha

2º Lugar – Nicole Lopes Genovez

3º Lugar – Emerson Corso

Literatura Leopoldo Scherner – Conto

1º Lugar – Fábio Furtado

2º Lugar – Pedro Brasil Junior

3º Lugar – Emerson Corso

Literatura Leopoldo Scherner – Crônica

1º Lugar – Ana Paula Princival Machado

2º Lugar – Giana Batista Guterres da Silva

3º Lugar – Maria Celina Gondro Nolli

Literatura Leopoldo Scherner – Poesia

1º Lugar – Fábio Furtado
2º–Lugar - Emerson Corso

3º Lugar – Jean Marcos Frandaloso

Literatura Leopoldo Scherner – Redação

1º Lugar – Nicole Luize Pianezzola da Silva



quarta-feira, 8 de junho de 2016

PESQUE-PAGUE GIACOMITTI PROMOVE SHOW PARA O DIA DOS NAMORADOS

Este domingo dia 12 de junho promete ser muito movimentado na sede do Pesque-Pague Giacomitti em Campina Grande do Sul/PR. O local que já é um tradicional ponto de encontro para os amantes de uma boa pescaria está cada vez mais ampliando seu raio de ação e, além de toda a infraestrutura que compreende lanchonete, churrasqueiras e piscinas com toboagua para divertir toda a família nos dias quentes, agora vem promovendo encontros musicais que transformam o domingo de todos os visitantes. 
Nestes tempos em que o frio se faz presente nada melhor do que curtir boa música regada com variadas porções, sanduíches e refrigerante além é claro, daquela cervejinha no ponto. Mas a galera quer mesmo nestes dias frios um bom e delicioso quentão que não faltará neste encontro do dia 12 onde a atração musical ficará por conta da dupla Paulo Henrique e Guilherme. 
Se você está em Curitiba e demais municipios da Região Metropolitana fica desde já feito o convite para participar desse grandioso evento que terá também sorteio de brindes entre os presentes. 
O Pesque-Pague Giacomitti fica em Campina Grande do Sul na Estrada da Mandassaia, 800, Bairro da Mandassaia a 800 metros da Igreja Católica. Mais informações: 41- 3676-1055.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

O CAMPEIRO É SUCESSO NA REGIÃO DE CAMPINA GRANDE DO SUL E QUATRO BARRAS

Foram meses de expectativa e de uma vontade muito grande de lançar o jornal na região de Campina Grande do Sul e Quatro Barras, ambos municipios da Região Metropolitana de Curitiba. Uma coisa era editar, outra era disponibilizar o tempo para poder fazer tudo acontecer direitinho. 
Capa da Edição ZERO lançada no dia 10 de abril

Foi então que no dia 10 de abril passado a gente lançou a edição Nº 0 e agora, no começo de maio, a edição Nº 01, ambas com muitas novidades, causos, matérias especiais sobre cavalgada, gente da terra, escultor, artista plástico e por ai vai. 

Estamos felizes pela receptividade e também pelo sucesso da publicação impressa e da nossa página no Facebook que é visitada diariamente por nossos amigos e leitores.

O Jornal objetiva divulgar os eventos da região, trazer arte e cultura para toda essa gente e, ao mesmo tempo, levar consigo a mensagem comercial de todos os que acreditaram na gente antes de ver a publicação e que agora seguem conosco nesta salutar empreitada.
Para conhecer mais sobre o nosso trabalho basta acessar nossa página no Facebook em:
https://www.facebook.com/Jornal-O-Campeiro-494563577394715/

Se você reside nos municípios onde a gente circula e deseja colaborar, tudo será benvindo: sugestões, fotos de eventos, aniversários e por ai vai.
 Lembrando que somente aceitaremos as colaborações através do e-mail do jornal com a devida autorização para publicar. 
Capa da Edição nº 01 que circula neste mês de maio.

Duvidas? 
Tire-as pelo mesmo e-mail. A gente vai ter o máximo prazer em atender vocês. Anotem nosso e-mail:
jornalocampeiro@gmail.com

Quem possui comércio na região e deseja anunciar, pode também solicitar nossa presenta pelo mesmo e-mail.

A AMEAÇA A UM IMPÉRIO

O presente artigo não tem a pretensão de ser técnico e sim; de servir como mais um alerta à ameaça de vidas no planeta. 
Quando foi a última vez que você teve a chance de observar um jardim? O colorido das flores, a dança das borboletas, o ruflar fantástico das asas do beija-flor e a visita importante das abelhas? Sim; elas deveriam estar em todos os jardins, visitando todas as flores, recolhendo o néctar, fazendo a polinização, ajudando na produção de alimentos em todas as partes do planeta. Acontece que as abelhas estão vivendo um perigoso processo de diminuição em sua população e consequentemente os resultados diante disso podem ser catastróficos. Mas eu garanto que você recorda fielmente da última vez que viu uma abelha atacar a sua latinha ou copo de refrigerante naquela lanchonete ali da esquina. 
Claro que estamos falando de colmeias devidamente cuidadas pelos apicultores e de onde eles extraem o mais antigo dos adoçantes do mundo: o mel! No geral, os grandes produtores estão radicados em regiões interioranas onde subentende-se que as abelhas vão encontrar uma grande variedade de flores para seguir polinizando e extraindo o néctar que sustentará a colmeia, sempre às ordens da Rainha. Uma colmeia é um verdadeiro império e saiba você que aprecia um mel de qualidade que cada abelha consegue a façanha de produzir 5 gramas de mel por ano. Para produzir um quilo de mel as abelhas operárias precisam visitar 5 milhões de flores e não é à toa que as abelhas-rainhas põem 3 mil ovos num único dia afinal de contas, aja operárias para dar cabo de tanto trabalho. POPULAÇÃO DE ABELHAS AMEAÇADA Há quase uma década comenta-se em países da Europa e nos Estados Unidos sobre o problema do desaparecimento de abelhas em algumas regiões. Recentemente o Parlamento Europeu aprovou uma resolução para a adoção de ações mais contundentes para proteger a população de abelhas. Isso engloba a disponibilidade de mais fundos para a pesquisa com abelhas, novos incentivos para a indústria farmacêutica no desenvolvimento de antibióticos e que novos rótulos de advertência nos pesticidas sejam mais claros. 
Pelo que se pode apurar os agrotóxicos são os grandes vilões nesse contexto e, se por um lado o uso é indiscriminado visando altos lucros, por outro o futuro pode ser tenebroso porque a produção de vários alimentos poderá ser totalmente comprometida caso o império das abelhas venha a sucumbir de vez. Se mundo afora já se preocupam com o fato e começam a correr contra o tempo, aqui no Brasil ainda estamos a passos de tartaruga já que nos faltam estudos científicos para analisar com precisão a situação das nossas abelhas. Cortar o mal pela raiz é quase como fazer chover no molhado. Qualquer um que esteja em atividade no campo sabe que os agrotóxicos são os maiores responsáveis por vários tipos de desequilíbrios junto à natureza, mas a ganância tem poderes dos quais a gente pode dizer que até Deus duvida.
Neste maio em curso celebra-se o Dia do Apicultor, no dia 22, data cujos profissionais deveriam comemorar muito, no entanto, é preciso cautela, porque o império das abelhas é de uma incrível fragilidade, mas ao mesmo tempo, sem ele estaremos fadados a encarar o desaparecimento de uma série de alimentos que a natureza, com ajuda das abelhas vem nos suprindo desde o início dos tempos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A LIÇÃO DOS PORCOS

Não fosse pelo acidente e teria sido apenas mais um carregamento de suínos para o abate. Do campo para a cidade estes animais levam uma vida (se é que de fato vivem) grotesca, envolta de cuidados específicos para que ganhem massa e, portanto, se traduzam em bons lucros. Movimentos em defesa dos animais se agitaram, correram para salvar aqueles animais que por horas, como se já não bastasse a vida sofrida, pereceram numa situação inusitada. É a força e o poder comercial que impera! Tenho certeza de que, ao mesmo tempo do ocorrido, outros caregamentos cruzaram estradas em diferentes pontos da nossa terra. Existe uma cadeia produtiva de suínos que culmina nas casas de carne e nas indústrias, sem contar com as exportações que somam pontos cruciais no PIB. Apesar dos pesares e de tantos outros porcos continuarem sendo enviados para o abate, aqueles do acidente, os que se salvaram, deram uma nova lição do porco, ainda mais nestes tempos em que outros porcos fuçam o inexistente para transformar balelas em traiçoeiras verdades. 
A lição dos porcos do caminhão tombado foi de humanidade. Dirá alguém: Mas não são simplesmente porcos? A humanidade que falta para tantos levou uns poucos a ofertar àqueles animais o que, infelizmente, muitos nem ao menos ofertam aos seus mais chegados. Lágrimas, desespero, apelos, correria para salvar aquelas vidas já condenadas e antes mesmo de "pelar", transformadas em pujantes cédulas monetárias. Os que correram para atender os porcos, o que se elvolveram diretamente com os animais, inclusive veterinários, relataram depois as emoções que viveram, atinando muitos deles, que fora a primeira vez que olharam um porco com outros olhos. Foi a primeira vez que não viram necessáriamente um porco, mas um ser vivo, com suas dores, seus dramas, seu olhar indefinido e sua surpresa ao receber água e afeto. Afeto é o que nos falta! Já não existe afeto entre humanos. São alguns casos verdadeiros, porque na maioria das ocasiões, são sempre armas para se tirar proveito ou vantagens. O porco que alimenta o homem, que dá lucro ao homem, que dá trabalho ao homem, subentende-se pelo próprio homem se tratar de um bicho qualquer, sem sentimentos, sem dores, sem oportunidade de vida, já que é apenas mais um produto de consumo entre tantos. A lição dos porcos do caminhão tombado é muito mais profunda do que minhas palavras podem alcançar. Ela vai além de todas as vidas e nos tras o alerta para estas sangrias desenfreadas que assolam os quatro cantos. Somos humanos com desejo de viver livres, felizes, distantes da violência e dos panoramas sombrios. Eles são porcos, dignos de uma vida, de um bom tratamento, mas embora triste para muitos de nós, seguirão sendo porcos que transformar-se-ão no lucro de tantos outros homens. Quem imaginaria um dia que "A lição do porco" já tão espalhada pela fábula, um dia seria real, impactante e mobilizaria tanta gente para ofertar um apoio providencial em nome da vida? A lição dos porcos do caminhão tombado deve nos levar a pensar com muita profundidade na importância da vida, já que muitos irmãos mundo afora, padecem praticamente do mesmo tipo de crueldade, só que aqueles, não são embalados para exportação e não auferem lucro algum a quem quer que seja.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

EU E O ET

Já tive a sorte de observar esses objetos voadores não identificados por três vezes. Não fiz muito alarde para evitar aquele rótulo de maluco. Que “eles” existem não nos resta a menor dúvida até porque o universo é tão amplo que seria muita ousadia da nossa parte achar que somos únicos em meio à toda esta vastidão. Muitos ficam intrigados quando o tema discutido são os Ets e suas naves que volta e meia circundam diferentes pontos do planeta. 
Há quem questione a falta de contato e até mesmo aquelas fotos em que as supostas naves sempre aparecem desfocadas. O homem tem sim uma imaginação muito fértil e sempre aproveita de vários temas para criar uma atmosfera de medo em seus semelhantes. Posso me considerar um privilegiado em ter observado essas naves e até de ter tido um estranho contato através de uma dessas tantas viagens astrais, para a maioria de nós, os sonhos. Pena que não consigo lembrar o que disseram, mas isto pouco importa.
 Me pego por aqui nestes tempos em que a própria Nasa já anuncia a possibilidade de contato com extraterrestres em uma década, divagando sobre um possível encontro com um desses sêres cuja imaginação nossa os transformou em figuras muito estranhas. 
Talvez ele tenha muito para contar sobre suas viagens através da galáxia, de suas aventuras por entre tantas estrelas e do seu planeta, imagino eu, há milhões de anos luz da Terra. Mas em minha mente, “ele” vai mesmo é relatar suas experiências nestas suas visitas por aqui. Talvez ele exalte as belezas que a Terra possui e até diga que, quando está se aproximando daqui pelo espaço, seus olhos fiquem imensamente encantados com aquele azul que o atrai como a flor mais bela atrai uma esvoaçante borboleta. Vai falar sobre os oceanos e suas belas e estranhas formas de vida, da mesma maneira que falará por certo sobre os rios, as florestas, a chuva, os animais, as geleiras, a aurora boreal e dará um toque de poesia quando exaltar as noites em que a Lua passeia ali, tão pertinho para coordenar as marés e receber olhares de apaixonados namorados. 
Tudo tão belo para um visitante acostumado a ver, lá no espaço, tantas maravilhas que nem nossa imaginação tem a capacidade de criar. Mas ele vai falar da gente, da nossa forma, da nossa fala, dos nossos gestos, das nossas atitudades e das nossas criações, desde as mais oportunas e maravilhosas até aquelas capazes de destruir o planeta, de fazê-lo virar pó. E ele vai apontar para esses bilhões de humanos que circulam pelas artérias da Terra em sua volúpia para sobreviver e por certo assinalará para a incorerência que é a rainha de todos, por quanto temos tantas maravilhas e acabamos cada vez mais com elas, pela ganância desenfreada.
 Dirá ele que somos cegos por não enxergar a beleza que nos foi dada por um criador, que somos surdos por não ouvir as canções da natureza e que somos mudos porque preferimos nos calar para ocupar um certo porto seguro enquanto outros padecem vitimas da opressão, da escravidão, da fome, da sede, das pestes, das guerras, da poluição e da indiferença que assola os quatro cantos. 
Apontará para os muros que separam os “iguais”, diferentes apenas por suas bandeiras. Apontará os exércitos, seus tanques e suas armas sempre apostos para aniquiliar os “iguais”,agora inimigos. 
Apontará nossos imensos jardins tomados por neblinas toxicas e nossa impiedosa busca por uma tal felicidade que há muito se escondeu nas entranhas de cada coração. 
Dirá ele em tom solene: “Que gente mais esquisita são vocês!” 
E partirá em sua nave na velocidade da luz, cruzando galáxias, tocando estrelas, para contar à sua gente a respeito de tudo o que não se deve fazer para se viver em paz e em harmonia.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

A INCRÍVEL HISTÓRIA DOS SACIS EUROPEUS


Desenho: Fabiano dos Santos
Setilhas : Clarice Villac, 29.12.2012.


I

Sacizada bem querida,
vamos lhes contar a história
do nosso clã europeu !
É bem longa a trajetória…
das florestas brasileiras,
depois praianas palmeiras
Vem de lá essa memória…

II

Pois havia um sacizinho
o Zezinho Minuano
Era muito curioso
e quis ver o oceano…
Foi seguindo um assobio
e pulou pra um navio…
Ganhou destino mundano !

III

Sem que ele percebesse
o navio se afastou
Sacis não sabem nadar…
A princípio se assustou
Mas o mar era tão belo
ao pôr do sol amarelo
que logo se encantou

IV

Aportaram na Europa !
Minuano saltitante
foi em busca das florestas…
e rodopiou bastante…
Conheceu muitos pinheiros
e plátanos altaneiros
Achou tudo cativante !

V

Escutou uma flautinha
numa linda melodia
Então viu uma gnoma !
Dançava com alegria
Ela era Marisbelta,
uma descendente celta
a sorrir com simpatia…

VI

Vem daí nossa família
Esses dois se apaixonaram,
Minuano e Marisbelta
e suas vidas trançaram
Com amor e harmonia
Eram boa companhia !
Lindos sonhos nos deixaram !

Veja mais em: https://recantodossacis.wordpress.com/2015/08/17/a-incrivel-historia-dos-sacis-europeus-setilhas-de-clarice-villac-desenho-de-fabiano-dos-santos/